Prolongamento da linha Vermelha São Sebastião/Alcântara
Este prolongamento irá servir a parte ocidental da cidade de Lisboa, que carece de um serviço de transporte público pesado. Servirá zonas com forte atração e geração de viagens, com significativa densidade habitacional e de emprego, escolas, comércio e serviços, assim como alvo de grande reabilitação urbanística, como é exemplo a zona de Alcântara.
Terá uma extensão de cerca de 4,1 km e quatro novas estações: Campolide/Amoreiras, Campo de Ourique, Infante Santo e Alcântara, onde fará a ligação à futura Linha Intermodal Sustentável, promovendo a ligação ao concelho de Oeiras (LIOS Ocidental).
Os números não deixam dúvidas sobre o impacto positivo que estas novas estações vão ter:
- acréscimo de 4,7% de clientes em toda a rede
- menos 3,7 mil viaturas individuais a circular diariamente
- ganhos de tempo de 72%
- menos 23,6 mil toneladas de emissão de CO2 evitadas
A operacionalização desta extensão da linha Vermelha do Metropolitano de Lisboa exigirá que, em paralelo, conforme previsto no investimento em vias de contratualização com a Missão Recuperar Portugal seja instalado o novo sistema de sinalização (CBTC – Communications-based train control) entre as estações Oriente e São Sebastião, bem como a instalação do referido sistema de sinalização em 41 unidades triplas existentes.
Este projeto de expansão aguarda a aprovação do Banco Europeu de Investimento (BEI) quanto à nova estrutura de financiamento.
A expansão da linha Vermelha a Alcântara deverá entrar em funcionamento em 2030.
Mais informação: Portal Participa (Documentos submetidos para RECAPE)

Investimento na expansão da linha vermelha
285M€*pelo PRR Investimento Europeu |
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120,4M€pelo Orçamento de Estado |
405,4M€Investimento total previsto |
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*Reprogramação financeira aprovada pela Comissão Europeia em abril de 2025 – COM (2025) -176
As novas estações da Linha Vermelha em 3D
Mais quatro quilómetros de linha de rede e um acréscimo de 11 milhões de passageiros. Estes são os números do impacto positivo que a Linha Vermelha do Metropolitano terá na cidade.
Mais rede e mais passageiros, significam mais ganhos ambientais e uma oportunidade para chegar a bairros emblemáticos da cidade.
Significam também a construção de quatro novas estações, localizadas estrategicamente para melhor servir as populações e os clientes do Metro. Já é possível ver como é que três dessas estações – Campolide/Amoreiras, Campo de Ourique e Infante Santos – vão ficar no terreno.
Estação Campolide/Amoreiras
- Profundidade: 18,5 metros
- Localização: ao longo da Av. Conselheiro Fernando Sousa, próximo do cruzamento desta com a Av. Engenheiro Duarte Pacheco;
- Terá cinco pontos de acesso:
- Acesso 1 e 2 na Av. Conselheiro Fernando de Sousa;
- Acesso 3 na Av. Eng.º Duarte Pacheco;
- Acesso 4 junto ao complexo composto pelo Centro Comercial Amoreiras;
- Acesso 5 em posição oposta ao Acesso 4, servindo a zona da Rua das Amoreiras. A ligação entre o Acesso 4 e 5 ao corpo da estação será feita através de um túnel de ligação em cota inferior à passagem de nível existente.
Estação Campo de Ourique
- Profundidade: 31 metros
- Localização: Jardim Teófilo Braga/Jardim da Parada
- 2 elevadores serão as únicas estruturas emergentes no Jardim da Parada quando a estação abrir ao público e ficarão localizados onde hoje se encontram as instalações sanitárias
- Terá 5 pontos de acesso:
2: Rua Almeida e Sousa
2: Rua Francisco Metrass
1: no próprio jardim, através de elevadores (única estrutura emergente no local)
Estação Infante Santo
- Profundidade: 29,5 metros
- Localização: entre a Av. Infante Santo e a Calçada das Necessidades
- Pontos de acesso:
- Acesso 1 e 2: na Av. Infante Santo, no passeio público através de escadas mecânicas e pedonais.
- Acesso 3: Elevador no interior do logradouro.
Viaduto da futura estação Alcântara
A estação Alcântara constitui um interface que se desenvolve em 3 níveis: piso superior onde funcionará o cais do Metro; piso intermédio onde funciona o átrio da estação e piso inferior onde funcionará o cais do LIOS (Linha Intermodal Sustentável), promovendo a ligação ao concelho de Oeiras.
A estação estabelecerá uma ligação pedonal entre a encosta do Alvito e Alcântara que se encontram segregadas desde a construção da Ponte 25 de Abril, em 1966.
Estas são as imagens 3D do viaduto de Alcântara:




